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Coluna do Wellisson Lopes: Copa do Mundo é coisa junina

Dia 13, dia de meu Santo Antônio, depois das 19h, basta sair o primeiro gol do Brasil que não existe mais um brasileiro descrente no hexa. Até o amigo torcedor da Argentina já se abraçou com a certeza

Wellisson Lopes, 23 anos, é professor e poeta, formado em Letras, mora em Barra do Corda
Wellisson Lopes, 23 anos, é professor e poeta, formado em Letras, mora em Barra do Corda

Coluna do Wellisson Lopes

(TB de 19jun2026)

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Copa do Mundo é coisa junina

Dia 13, dia de meu Santo Antônio, depois das 19h, basta sair o primeiro gol do Brasil que não existe mais um brasileiro descrente no hexa. Até o amigo torcedor da Argentina já se abraçou com a certeza.

Dia 24, dia de São João, vem o terceiro jogo e também a primeira desconfiança depois de um primeiro tempo horrível. Haja sofrimento regado ao som estourado dos arraiais tocando as melhores do Calcinha Preta.

Aliás, sofrer pelo Brasil e escutar um forró antigo são coisas tão nossas que Deus pode até não ser brasileiro, mas São João certamente já andou pelas bandas do Nordeste.

São 30 dias de festejo junino e 90 minutos vezes o número de jogos de euforia coletiva. Basta o Brasil chegar na final que, no Nordeste, as juninas oficialmente vão até agosto. Graças ao nosso bom Deus, nordestinamente paciente.

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*Wellisson Lopes, 23 anos, é professor e poeta, formado em Letras, mora em Barra do Corda (MA)

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