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Matéria 1

 

Caso Almir Neto
Polícia diz que Mansidão é um dos executores de Almir Neto

jornal Turma da Barra

 


                Para a delegada Bernadete das Graças Teodoro, que preside o inquérito do caso Almir Neto, que esteve em São Luís e colheu novo depoimento de José Vieira da Cruz, o Mansidão, disse ao jornal Turma da Barra que ele apresentou divergências em datas e locais, o que seria um agravante.
                Mansidão apresenta marcas de queimaduras e alegou que teria se queimado fazendo manutenção em um radiador de um carro, no dia 11 de dezembro de 2008, fato desmentido por sua namorada Maria Selma Silva, que esteve com Mansidão na tarde do dia 22, afirmando que o mesmo não apresentava sinais de queimaduras. “Estive com ele na tarde do dia 22 e ele não tinha nenhuma queimadura,” afirmou à polícia ao ser interrogada.
                Segundo a perícia do Instituto de Criminalística, em São Luís, as queimaduras seriam mais recentes, apresentando características que podem ter sido adquiridas no dia do crime, que foi praticado na noite do dia 22 de dezembro. Selma Silva encontra-se presa preventivamente e é suspeita de ter colaborado logisticamente em favor do crime.
                Mas a polícia não tem dúvidas que José Vieira da Cruz, o Mansidão, é um dos executores de Almir Neto. A delegada Bernadete das Graças Teodoro afirma: “Mansidão é um dos executores de Almir Neto”.

(TB/20/jan/2009)

 

 

Caso Almir Neto
Mais duas prisões efetuadas

jornal Turma da Barra

 

            Mais duas prisões foram realizadas esta semana. Trata-se de Maria Selma de Sousa da Silva, que segundo informações da polícia seria amásia de um dos executores e que teria contribuído logisticamente em favor do crime.
            Outra detida na condição de suspeita é Clélia Conceição Libano, ambas residentes na vizinha cidade de Presidente Dutra.
            Clélia que já tinha mandado de prisão decretado, se apresentou voluntariamente e ficou detida pelo fato de ter caído em contradição, afirmando que não conhecia a vítima, sendo que foi reconhecida por testemunhas, e que teria visitado o escritório do advogado Almir Neto dias antes do crime.
            Esta última teria sido usada como isca para atrair Almir Neto para uma emboscada.
          Através da justiça, a polícia já conseguiu a quebra de sigilo telefônico de 25 pessoas que estariam envolvidas direta e indiretamente com o caso, gravações que já estão disponíveis e sendo submetidas análises periciais.
            Para a polícia não restam dúvidas: trata-se de um crime passional, que foi planejado com detalhes, e que o autor tem relações pessoais com a vítima.
            Num inquérito que já alcança mais de três mil páginas, a polícia civil de Barra do Corda avança nas investigações no sentido de elucidar o crime que chocou a cidade. O inquérito já foi remetido ao Ministério Público, que certamente apresentará denúncia contra o autor e executores.

(TB/14/jan/2009)

 

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