Artigo
O que é Slutwalk
jornal Turma da Barra*Eduardo Galvão
Não somente no Maranhão, como também em todo Nordeste, já faz parte da cultura eleitoral as carreatas em períodos eleitorais, ou seja, muitos carros se enfileiram pelas ruas, numa barulheira infernal, para chamar atenção da população para determinado candidato. Parece uma competição, ganha quem fizer maior barulho.
Virou moda nos Estados Unidos da América o Slutwalk, ou seja, caminhada das vadias. Muitas mulheres caminham para se mostrar, como escrachada que são, sem medo de comentários alheios. As vadias já estão impondo moda no mundo, pipocam caminhadas em Londres, Johanesburgo e Buenos Aires. Não demora, vai chegar em nosso rincão.
Alô Barra do Corda, vamos ser vanguarda? Vamos sair do Calvário em direção ao Canadá, passando pela praça matriz, em slutwalk. Os vadios e vadias barra-cordenses não usarão fantasia, se mostrarão como trabalham, no seu dia a dia normal. Os vadios e vadias portarão cartazes com chanadas, por exemplo (espero mais criatividade) assim: Estou de cara lavada, eu assumo, sou vadio; Sou cara de pau, mas não sou madeira de lei; Sou rato, mas quem não é; Comprei fazenda com dinheiro da prefeitura, e daí? Eu assumo publicamente, sou vadia insaciável; Lavei a cara, abaixo as máscaras sou vadio; Tenho uma hailux comprada com dinheiro do povo, sou vadia assumida; recebo salário da prefeitura, mas não vou lá, é gostoso ser vadio; Fui eu que bolei o concurso da prefeitura, eu assumo, eu sou um puta de um vadio; Sou um vadio especial, fraudo as licitações, etc.
Como as vadias dos States, muitos se sentirão aliviados depois de assumir o que realmente são, vadios inveterados, assumidos e sem cura. Ficarão livres dos cochichos, dos comentários na penumbra. No KaburasBar, na praça Melo Uchoa, acabarão as discussões acaloradas de comentários maldosos e depreciativos, que chegam à raia da discriminação, contra os vadios. Depois da caminhada, aquele que falar mal, não será ouvido, pois acabou a graça.
Assumidos, os vadios poderão olhar nos olhos esposa e filhos sem medo, poderão fazer campanha e ser votado sem se esconder atrás de discursos falsos. A grande vantagem é que não precisam se esconder da Polícia Federal, pois estão sendo honesto consigo mesmo e com o povo. Honesto não vai para a cadeia, é contra a lei, é perseguido aquele que não é assumido.
*Eduardo Galvão é Vice-cônsul do Brasil em Paramaribo - Suriname
(TB/21/mai/11)
Artigo
Grito Retumbante
jornal Turma da Barra*Eduardo Galvão
Os barra-cordenses se manifestam de norte a sul, literalmente, no mundo. De Xangai a Buenos Aires; de Roraima ao Rio Grande do Sul. São manifestações espontâneas de real desejo de progresso por Barra do Corda. É o amor à terra amada manifesto num grito retumbante em prol da UFMA.
Este é o momento de união fraterna inédito na comunidade barra-cordense, que muito enobrece e nos deixa confiante no sucesso, não apenas da instalação da Universidade Federal, mas em prol da educação como um todo.
Para se atingir o grau universitário é necessário preparação e para isso Barra do Corda também necessita se aprontar, fazendo investimentos no ensino fundamental e secundário de forma a prover os recursos materiais e pedagógicos para o estudantes e professores.
Nesse sentido, cabe elogiar a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), pioneira dos cursos mais avançados de informática e enfermagem em Barra do Corda, que foi a semente de esperança. A UEMA, mesmo sem recursos para instalação de laboratórios, ampliou a oferta de cursos como Letras, História, Química e Biologia que terão um reflexo imenso no ensino fundamental e secundário, com a formação de futuros professores.
O querido Colégio Diocesano, vale mencionar, se destaca na luta, que envolve a diretoria, professores e estudantes, por um ensino de qualidade e pela UFMA. Os gloriosos professores da rede pública, carentes de recursos pedagógicos e treinamento, se sobressaem pela persistência e dedicação.
Oxalá! Que este momento positivo contamine nossa liderança política e educacional, se juntando aos cidadãos em voz uníssona; e que cada um faça o possível com os recursos que dispõe, em prol da comunidade cordina e o progresso do Maranhão.
*Eduardo Galvão é Vice-cônsul do Brasil em Xangai - China
(TB/10/dez/09)
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Desígnio divino
jornal Turma da Barra*Eduardo Galvão
Tudo tem seu tempo, os grandes mestres canalhas políticos brasileiros estão quase todos mortos, resta ainda uma múmia transitando por aí, obstinada por permanecer na ativa como ente real, transvestido em presidente do senado federal, com vasta rede de influência e inalcançável pela justiça.
O tempo passou e o uso do cachimbo fez a boca torta. O presente escândalo envolvendo Senado e o seu Presidente estava fadado acontecer cedo ou tarde. Aconteceu tarde e, infelizmente, sabemos que muito pouco será mudado. Como é tradicional em nosso meio, a correção das irregularidades e crimes será postergada. O abafa-abafa dos poderosos está em andamento, restará apenas o cara-lisa raposa matreira, mestre da impunidade posando de vítima.
A coincidência deixou a múmia completamente nua, embora continue embrulhada na promiscuidadade do Senado Federal e à rede de afilhados centrados em todos os poderes da república - ao capitão-mor do Maranhão.
O atual escândalo parece desígnio divino e o escárnio público do donatário é merecido, já que judicialmente, no momento, ele e a família, é inalcançável por está protegido por gangue de defensoses da sujeira, que formam grande muro de proteção à mamata, em torno do líder.
Não chegamos no fundo do poço, mas no topo do desrespeito à pátria. O presente escândalo é o coroamento da desleadade dos homens públicos ao Brasil, inclusive do Presidente da República - para admiração dos brasileiros hoje defende os políticos que anteriormente considerava canalhas.
Recentemente o Presidente do Senado foi à tribuna pedir respeito e se justificou apontando que a crise é do Senado e não dele. Claro, a culpa é dos outros, dos milhões de miseráveis desapadrinhados sem tutor para dá um jeitinho, mesmo em prejuízo da lei.
No desabafo que fez da tribuna do Senado, esqueceu o Senador que as suas atitudes recentes e antigas são oportunista, ou seja, não respeita a democracia, o direito de oportunidades iguais. O Presidente do Senado parece que levou um susto ao descobrir que as práticas corriqueiras que considera normais são na realidade atos ilegais e, portando, nulos.
A biografia do Senador é conhecida e o estilo de grande padrinho somente é condenável pelos que não se beneficiam de seu poder e como é poderoso tornou-se a triste figura, capaz destruir os inimigos e de favorecer os amigos, com poder sem limites para manter o Maranhão sob cabrestro da miséria.
Não é a toa, como afirmaram os próprio políticos locais, pelo descaso e por causa dos administradores corruptos e incompetentes, São Luís, uma das cidades mais linda do Brasil, é uma ilha tóxica, ou seja, cercada de fezes e outra imundices por todos os lados.
*Eduardo Galvão é Vice-cônsul do Brasil em Xangai - China
(TB/25/jul/09)
Artigo
A percepção do Brasil
jornal Turma da Barra
*Eduardo GalvãoEstando no exterior, a percepção do Brasil, através da leitura dos jornais online, é de que os brasileiros estão vivendo o pior período moral de sua história, em termos de corrupção desenfreada e de violência sem limites. A suspeita paira sobre todos os órgãos públicos e empresas privadas: o corruptor se confunde com os corrompidos. A violência nas ruas tornou-se banal.
A perda de moral e da ética da elite governante e do empresariado contribuiu sobremaneira para o descrédito das instituições nacionais, deixando os desviados mais afoitos, sem temor de enfrentar as forças policiais ou as consequências de seus atos. A quase certeza da impunidade e de que a justiça não tem vigor, são estímulos para o caos vergonhoso em que vivemos.
Diariamente os jornais publicam escândalos de corrupção, roubo descarado do tesouro público. Como exemplo, cito notícias recentes de jornais, informando que a ministra Dilma foi à Salvador para evento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), cuja obra tem valor superestimada em 21 milhões de reais; depósito de armas em São Paulo é invadido e bandidos levam 22 fusis e 89 pistolas, cujo dono é um investigador da polícia civil e sobre ele corre suspeita de compra de cargos na corporação policial; diretor de finanças do Senado construiu mansão milionária e a colocou em nome de laranja para não declarar ao fisco. Notícias como essas seguem num corolário sem fim.
Quando se trata de cargos de alta relevância, público ou privado, ser homem e mulher honrados, dignos, é exceção, são os patinhos feios entre os seus pares. Os agentes públicos são culpados por se deixar corromper; os corruptores são traidores da pátria, compradores-vendilhões, que não ama a pátria e por suas investidas destrói o país, deixando-o vulnerável perante ao mundo.
A denúncia recente do Senador pernambucano, Jarbas Vasconcelos, apontando seu próprio partido, o PMDB, como um dos promotores da corrupção, não sensibilizou ninguém. As acusações não provocaram nenhuma investigação, apenas mal-estar entre seus pares. Ninguém fica indignado com essas denúncias, ou seja, o gatilho da revolta está muito acima desses fatos corriqueiros, comuns. Mesmo que houvesse alguma tentativa de apuração saberíamos de antemão que não daria em nada.
As consequências das acusações, como era de se esperar, sobrou para o denunciante, que agora é classificado como dedo duro e desestabilizador, para citar um termo chulo. Parece que a intenção é isolá-lo e desacreditá-lo, começando por expusá-lo de uma importante Comissão do Senado, pelo líder de seu partido, Senador Renan Calheiros. Este Senador, por coincidência, é ex-presidente do Senado acusado de falcatruas e que renunciou o cargo para não perder seus direitos políticos. A lei o favoreceu e ele voltou com mais força.
Para não ficar apenas no Executivo e Legislativo, menciono algumas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que parecem uma afronta à sociedade, pela banalização das conquistas alcançadas com muito sofrimentos, como o habeas corpus por exemplo. Parece leviandade, o Brasil com tantas leis não consegue punir os criminosos. É comum ver criminosos notórios e perigosos serem soltos sob a alegação de que ninguém pode ser preso enquanto a sentença não for transitada em julgado - não querem separar o joio do trigo. A decisão cabe como luva nos interesses dos marginais endinheirados e ricos e que podem contratar advogados famosos, para protelar indefinidamente o julgamento numa gincana sem fim. A súcia pode dormir tranquila, mesmo sentenciados em primeira instância.
Ultimamente, a Polícia Federal não tem atuado, como anteriormente, na caça dos grandes corruptos, talvez por andar temerosa dessas diligências. Eles sabem que deter poderosos não vale a pena, é esforço quase inútil, além de perigoso para suas vidas profissionais. Inclusive os juizes não estão livres dessa pressão, quando se trata de corruptos de gabarito. O juiz de Sanctis, que teve calibre de mandar prender e julgar um corruptor notório, agora responde processo e sua carreira está na berlinda. Seu crime foi exercer a função de acordo com as leis e sua consciência, por isso dessaudou o Presidente do Supremo.
Hoje paira sobre o Judiciário, outrora instituição acima de qualquer suspeita, a sombra da desconfiança. Desde a descoberta de juizes corruptos vendendo sentenças e aceitando interferência política nas decisões, para favorecer ou punir, prejudicou a confiança na instituição. Não existem palavras para classificar um magistrado corrupto, que tem o poder de fazer justiça ou praticar grande injustiça. Sinceramente, não sei o que é pior, um policial corrupto ou um juiz. O corruptor deveria ir para forca por alta traição à pátria, por tentativa de destruir a base garantidora da democracia. Vejam, é sintomático, as últimas declarações do Supremo Juiz Presidente do STF, em defesa da criminalização dos movimentos sociais. Parece que esses juízes consideram que as leis deve ser mais pesadas sobre os que lutam por seus direitos, o direito à vida digna.
Os cidadãos precisam se indignar para combater a grande praga, mesmo que nossa arma de combate mais poderosa, o voto, venha sendo manipulada por leis espertas de forma a dificultar as reais mudanças. Aliás, votar no Brasil não é um direito, é obrigação. O cidadão vota sob ameaça de punição e talvez por isso são eleitos e reeleitos grandes calhordas.
Tomara que minha visão do Brasil esteja distorcida e que a realidade seja melhor do que a percepção do Brasil do exterior.
*Eduardo Galvão é barra-cordense, mora em Xangai - China
(TB/17/mar/09)
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Sarney o anti-herói
jornal Turma da Barra
*Eduardo Galvão
A publicação da matéria do The Economist sobre o Senador José Sarney comparando seu retorno à Presidência do Senado como a volta do atraso, na terra onde os dinossauros ainda vagam, confirma a posição de anti-herói do atual Presidente do Senado.
Foram mais de 40 anos de poder, seja ocupando as mais elevadas posições do executivo e do legislativo, seja para indicar os governadores do Maranhão, ou tendo grande poder de influência de apontar apadrinhados para o topo da administração pública federal e estadual. Como maranhense deveríamos nos orgulhar da façanha do representante da terra de Gonçalves Dias com tamanha influência na República, mas o sentimento da maioria é de apatia, pela inutilidade evidente para o desenvolvimento de sua terra.
Quando criança tive oportunidade de vê-lo em Barra do Corda na inauguração de um pequeno parque, que se localizava em frente à casa do senhor Jaldo Santos, na praça Melo Uchoa. O então Governador do Maranhão, acompanhado do Prefeito Galeno Edgar Brandes, prometia desenvolvimento para uma comunidade atenta e orgulhosa, cheia de esperanças de ver Barra do Corda uma cidade modelo no estado. A doce ilusão e ficou apenas na doce ilusão, eram promessas vãs tão comum em nossa terra.
Uma terra tão linda e de um passado cultural borbulhante, é lastimável que o Maranhão houvera ter um filho tão poderoso, mas ingrato. Governador, presidente, senador, poeta, contador de história de sua terra, em prosa e em versos, narra a pobreza como se fosse algo sem cura, crônico, sendo ele o cidadão de mais poder para provocar as mudanças, ou pelo menos dar o primeiro passo, das condições de vida atuais no estado, comparáveis aos tempos medievais.
Quando o atual presidente do Senado se aposentar, o Maranhão não sentirá saudades, mas ficará apenas o lamento de ele ter sido o conterrâneo com mais poder em toda a história do estado e de não ter amado a sua terra.
Sarney, o anti-herói, comparável a árvore bíblica, que não dá frutos, não serve de modelo para as gerações mais jovens. Seu nome balança nas placas das ruas empoeiradas ou lamacentas das inopiosas cidades maranhenses, de população carente e doente.
*Eduardo Galvão é barra-cordense, mora em Xangai - China
(TB/10/fev/09)
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Sofrimentos e dor
sem limites ou fim
jornal Turma da Barra
*Eduardo GalvãoÉ humilhante para espécie humana assistir, via tv, o massacre do povo de Gaza. Na época dos nazistas o massacre foi maior, embora bem menos às claras. Como se pode alegar o direito de defesa quando apenas um lado está terrivelmente armado?
O silêncio das nações e o consentimento direto do país mais poderoso do mundo e do Presidente da União Européia, agora exercido por Czech, vêm trazer luz sobre o apoio dado por muitas nações à Adolpho Hitler, antes do início da II Grande Guerra. Também se entende a posição do Papa Pio XII, compreensivamente tão criticado pelos judeus pelo seu silêncio sobre a tentativa de extermínio dos judeus alemães, na posição agora adotada por Bento XVI, em seu tênue repúdio aos neonazistas israelenses.
O massacre cruel, em curso, tem apoio também de algumas nações árabes. De forma explícita como Egito e as que estão silenciosas, trêmulas, diante do poderio militar e influências israelenses. O Governo dessas nações tem medo de perder o ouro que acumularam com a riqueza advinda do petróleo. O dinheiro cega, o dinheiro tira a dignidade.
Parece que o mundo está contra os palestinos de Gaza, as Nações Unidas se encontra impotente de tomar qualquer iniciativa para evitar o massacre, pelo veto norte-americano, o mesmo país que não acatou a determinação do Organismo para não invadir o Iraque. Não se iludam com a balela de democracia na ONU, que serve de propaganda dos EUA e países europeus: nada supera o poder armado. Quem tem o porrete mantém a ordem e impõe condições.
Golias novamente tenta matar Davi, ele vai tirar muitas vidas e causará sofrimentos cruéis ao povo de Gaza, mas jamais matará o espírito de luta dos oprimidos. O povo de Gaza foi classificado, pela propaganda imperialista e neonazista dos EUA e Israel, de terroristas e serve sob medida para a justificativa para a criação do gueto onde vivem os palestinos de Gaza. Como na Alemanha, lá não entra socorro: comida ou remédios. Os judeus têm experiência em guetos e sabem, realmente como ninguém na face da terra, o tamanho da dor, que agora cruelmente aplica a outros povos.
Os judeus, hoje, se prevalecem no mundo pelo domínio de postos chaves na administração dos Estados Unidos, são riquíssimos, domos de bancos, ouro, vendedores de armas e de quase todos os meios de comunicações do mundo e sabem muito bem manipular as notícias para classificar seus inimigos de párias racistas, para poder manter os neonazistas israelenses como vítimas, no âmbito seu programa de limpeza étnica na Palestina.
O Israel atual nasceu do fruto da violência e mortes: para justificar o massacre perpetrado por Adolpho Hitler a Inglaterra permitiu a criação de Israel. Os sionistas eram terroristas da época, explodiam bombas e matava na terra santa antes de conseguir seu Estado. Com a implantação de Israel eles foram repudiados pelos árabes que tiveram suas terras desapropriadas, na qual vivam há milênios, desde do início dos tempos bíblicos.
Desde a reimplantação de Israel, o país nunca gozou de paz e a violência tornou-se o meio de vida. Para justificar o recebimento de milionários subsídios americanos não permitem acordos de paz, já que dispõem de arsenal considerável, inclusive bombas atômicas. Os judeus ortodoxos e os neonazistas israelense acreditam que somente será possível à paz quando todo território palestino for ocupado e o povo for expulso ou exterminados, muito embora os pacifistas israelenses advoguem o contrário. Como justificativa para perpetrar o crime adotaram a religião, ou seja, a raça escolhida por Deus e a eles foi dada a terra santa.
Eles não aceitam a diversidade política em seu território, muito embora sirvam no parlamento local alguns árabes como representantes (que serve apenas para justificar a propaganda de democracia, mas eles não têm nenhum peso ou voz). Em Israel jamais admitirá um líder que não seja judeu para governo.
Assim, como acreditam, eles são uma raça especial, o único povo escolhido por Deus. Será que isso justifica tantas barbaridades?
*Eduardo Galvão é barra-cordense, mora em Xangai - China
(TB/6/jan/09)