Coluna
Notas Pequenas e Rápidas
jornal Turma da Barra

Notas Pequenas e Rápidas
17fev2014

- Mais uma semana e nada de mobilização para se estancar a violência em Barra do Corda, que assusta e clama por soluções imediatas. É a quarta mais violenta do Maranhão.

- A mobilização é quanto as eleições deste ano, é reunião pra lá, é reunião pra cá. Viagens ao interior. Mas resolver o problema da violência, nada. E a pergunta que surge é: Quanto vale cada voto? Os eleitores têm que estar de olho vivo.

- E o carnaval? Ainda não se viu nenhum outdoor. E bandas foram contratadas, mas ninguém sabe a que preço, uma imitação do governo anterior. Como esse governo é parecido com o anterior.

- Mas carnaval barra-cordense não é feito somente das bandas “baianas” da prefeitura. Há blocos tradicionais que dão shows e os turistas-foliões que desembarcam em BDC para curtir as águas dos rios;

- Blocos como Os Empoados, com mais de 40 anos de existência, tão ainda lutando pra arrecadar fundos para custear suas despesas. O bloco vem fazendo bingos desde final de dezembro e o último será no domingo 23 no estacionamento rotativo da velha casa do Manoel Salomão, no centro histórico barra-cordense;
- Em São Luís, numa atitude exemplar de reunir a colônia barra-cordense, haverá encontro carnavalesco no sábado 22, na avenida Litorânea, patrocinado pelos blocos Não é da sua conta, Cachacinhas e Capelobos;

- Sobre as casas de temporadas carnavalescas disponíveis para aluguel, assustam os preços cobrados, algo em torno de 2 mil a 2,5 mil reais. Preços de Rio de Janeiro e Florianópolis por exemplo. Ao invés de atrair turistas, expulsa-os para outras cidades.

- Aos que vão pegar a estrada até BDC, fiquem atentos aos buracos das rodovias. A BR-226 tem trechos muitos ruins, principalmente entre BDC a Porto Franco;
- É isso. Aguardando que a violência em Barra do Corda seja tratada como política pública de urgência.

 

Notas Pequenas e Rápidas
10fev2014

- A violência em Barra do Corda está demais. Não é possível ficar assim. A cada mês ganha contornos de mais violência;

- O que pode ser feito para dar um basta na violência? É violência no trânsito, violência na BR-226, assaltos, mortes de todo tipo. Estão penetrando nas residências e praticam mortes;

- No ano passado, Barra do Corda ficou em quarto lugar entre as cidades mais violentas do Maranhão. No Maranhão, são 217 cidades;

- O prefeito e os vereadores precisam tomar atitudes, governar. Basta de se postar como se fosse rainha da Inglaterra, que a tudo assiste e nada de tomada de decisões.

- Quase às escondidas estão querendo acabar com a praça Getúlio Vargas, aquela que fica no centro perto do Mer
cado Municipal;

- Por que não contratam arquitetos ou empresa especializada para tal para revitalizar a área do Mercado Público? Aliás, aquele Mercado Público precisa de reformas urgentes. Passou da hora!

- Mas a história é que um vereador viu uma feira em Teresina e quer fazer igual em Barra do Corda. Ate parece que vereador tem diploma de arquiteto ou de engenheiro para desenhar obras;

- Os banheiros da rodoviária da Altamira ninguém deve visitá-los. Recebemos e-mail que é uma podridão. Alô secretário de Saúde, Obras e Turismo!... Rodoviária é cartão-postal de qualquer cidade!

- Falar em Turismo, a vizinha cidade de Carolina é a única do centro-sul maranhense a aparecer no Guia Brasil deste ano com destaques as atrações turísticas que a cidade proporciona aos visitantes;

- É de bom tamanho que Barra do Corda aprendesse com Carolina. Senhor prefeito: Mande seu secretário visitar cidades que aprenderam a fazer turismo e estão próximas de Barra do Corda. Não é feio. Isso é investir em qualidade de vida;

- Bom!... A preocupação maior no momento é a violência. Barra do Corda deveria investir em mais esportes, em mais cultura;

- Por falar em esportes, mais de 90% da verba para o esporte vai para o futebol profissional, disse-nos um coordenador esportivo. Isso não é justo. Isso precisa ser corrigido.

- Barra do Corda precisa urgente de paz. Precisamos dar um basta na violência;

- Sem investimentos em esporte, em educação, em cultura e políticas públicas para gerar emprego e renda estamos longe de estancar a violência.